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Anestesia: Quando o medo dela pode prejudicar o seu Pet?

Anestesia: Quando o medo dela pode prejudicar o seu Pet?

Poucas pessoas sabem, mas a anestesia é uma especialidade médica importantíssima, responsável pelos cuidados de todo o manejo pré, trans e pós-cirúrgico. O anestesista é uma peça fundamental em um centro cirúrgico, pois é ele quem administra os fármacos que produzem a anestesia e a analgesia durante o procedimento. Além disso, esse profissional ainda mantém os sinais vitais do paciente, como o coração batendo em um ritmo ideal, a pressão arterial estável e a respiração adequada, guiando o oxigênio para as células. Graças a esse precioso trabalho temos acesso a realização de incríveis procedimentos cirúrgicos na atualidade.

Na medicina veterinária, não é diferente. O veterinário anestesista possui as mesmas funções do “anestesista humano” e, frequentemente, também é esquecido e não é reconhecido pelos tutores como deveria. O crédito do sucesso do procedimento, grande parte das vezes, fica apenas para o cirurgião.

O desconhecimento sobre essa especialidade e sobre a anestesia em si, acaba provocando um forte medo dos tutores com relação ao tema. No dia a dia dos hospitais veterinários, é comum encontrarmos casos em que o medo exagerado leva a situações prejudicais aos nossos amados peludos.  Na oncologia, por exemplo, isso é muito evidente quando o tutor, por medo da anestesia e do procedimento, adia uma cirurgia que poderia ser simples e com menores riscos ao Pet. Uma “bolinha” pequena, do tamanho de uma azeitona, cresce e pode se transformar em um terrível tumor, um câncer maligno. Nesses casos, quando o Pet é finalmente submetido à cirurgia, ela precisa ser mais invasiva e complicada.

A demora pelo tratamento também ocorre na área da odontologia veterinária. Aqui, um simples tratamento periodontal, uma simples limpeza bucal, pode virar uma cirurgia dolorosa, com a extração de diversos dentes.

Infelizmente, como em toda atividade médica, precisamos reconhecer que sim, a anestesia tem um risco. Porém, a chance de algo ruim acontecer é muito baixa. O risco de complicações graves decorrentes da anestesia varia de acordo com a espécie, idade, tipo de procedimento e, com as condições físicas de cada paciente. Algumas doenças sistêmicas também aumentam o risco anestésico de acordo com sua gravidade. Por isso, os animais são classificados em uma escala que vai de I a V. Para os cães e gatos saudáveis, que estão nas classes I e II, o risco de morte relacionada à anestesia fica em torno de 0,05% para cães e 0,11% para os gatos (de acordo com estudos feitos pela Frontiers in Veterinary Science, em 2018). Para os pacientes portadores de alguma doença, esse risco é maior. Mesmo assim, é possível fazer um protocolo anestésico totalmente seguro. Apenas o médico veterinário poderá avaliar se os benefícios da cirurgia superam os seus riscos. Na maioria dos casos, o risco de não realizar o procedimento é bem maior do que o risco da anestesia propriamente dita.

O Estima Hospital Veterinário coloca à disposição de seus pacientes um serviço de anestesia para a realização de todos os procedimentos cirúrgicos, visando proporcionar bem-estar ao paciente e satisfação para os tutores.

Todos os animais passam por minuciosa avaliação clínica pré-operatória, que associada a exames complementares, possibilita determinar a melhor técnica anestésica para cada Pet em particular.

O hospital possui modernos recursos para o monitoramento dos parâmetros dos Pets durante a cirurgia, como monitor cardíaco, oxímetro, pressão arterial não invasiva (pressão sistólica, média e diastólica), temperatura e frequência respiratória.

Os agentes anestésicos são de última geração, oferecendo menor risco aos Pets e dispondo de maior segurança para os idosos, os cardiopatas e todos aqueles que apresentam alguma alteração que dificulta a realização dos procedimentos cirúrgicos. A dor é tratada de forma rígida, com fármacos capazes de garantir o bem-estar do Pet, durante e após a cirurgia.

Fonte de informações: https://www.uol.com.br/nossa/colunas/coluna-do-veterinario/2021/04/08/medo-de-anestesiar-seu-animal-e-mais-perigoso-do-que-a-propria-anestesia.htm

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Piometra: Como a castração pode evitar esse mal

Piometra: Como a castração pode evitar esse mal

A Piometra é uma infecção bacteriana que acontece no endométrio das cadelas (tecido que reveste as paredes internas do útero). As Pets que são castradas têm o seu útero removido, e por isso não correm o risco de desenvolver esse problema.

Trata-se de uma infecção uterina, provocada pelo acúmulo de secreções e de pus no útero. Afeta as fêmeas que atingiram a maturidade sexual (que passaram do primeiro cio), ocorrendo geralmente por volta dos cinco anos de vida. As cadelas que foram submetidas a tratamentos hormonais também são propensas a desenvolver essa doença.

Ela acontece devido a uma alteração metabólica da progesterona, que causa uma infecção bacteriana. As bactérias atuam nos momentos em que esse hormônio está mais elevado no sangue, por ser o período no qual diminuem as defesas do útero. Essa atividade hormonal pode causar cistos no endométrio da sua cachorrinha. Tudo isso, em conjunto com a entrada de bactérias, favorece o aparecimento da doença e da infecção. Em algumas ocasiões, ocorre uma resposta inadequada à progesterona, que provoca um aumento na espessura das paredes uterinas.  Se não houver uma gravidez, podem ocorrer formações de cistos que facilitam o crescimento de bactérias no útero. Outro agente causador da Piometra é o uso de hormônios anticoncepcionais nas Pets.

As bactérias que então estão presentes no útero podem se instalar nos rins por meio da corrente sanguínea. É por isso que a Piometra pode levar as cadelas à morte, pois os rins param de funcionar. A única forma de evitar a doença é com a castração.

Existem dois tipos de Piometra:

*Aberta – Em que a cadela apresenta corrimento purulento (com pus). Ocorre normalmente após dois meses que a cadela teve o cio.

*Fechada (colo uterino fechado) – Em que não há presença de corrimento, por isso é uma forma mais silenciosa da doença. É o tipo mais perigoso, pois só é observada no estágio avançado do problema.

Os sintomas podem envolver:

– Pus, que pode ou não escorrer da vagina / vulva (no caso da Piometra aberta)

– Descarga vulvar com líquido espesso, escuro e fétido

– Aumento da sede / aumento da micção

– Alargamento do abdômen (pois o útero se enche de pus)

– Letargia (inconsciência)

– Falta de apetite

– Perda de peso (pois a cadela, estando indisposta, não se alimenta)

– Alargamento do abdômen (barriga inchada)

– Febre

– Desidratação

 O diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais (ultrassonografia, hemograma e análise da secreção) e clínicos no consultório. Também são feitos exames para avaliar a função renal, e saber se existe algum comprometimento dos rins.

 O tratamento acontece com remédios intravenosos (na veia) e antibióticos para combater a infecção. Geralmente a Pet precisa ficar internada e quando estiver estabilizada, a castração é recomendada para evitar a piora ou a volta da doença. Geralmente essa castração é feita o mais rápido possível para evitar insuficiência renal ou uma infecção generalizada (septicemia).

Fonte de informações: http://tudosobrecachorros.com.br/piometra-em-cadelas/#ixzz5GBdCGtrR

https://meusanimais.com.br/a-piometra-em-cadelas/

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Insuficiência renal crônica também afeta os cachorros

Insuficiência renal crônica também afeta os cachorros

Os cães também podem sofrer com problemas renais. A insuficiência renal crônica pode acometer cachorros de qualquer raça, sexo e idade. Essa doença ocorre com maior frequência em Pets com idade a partir de sete anos. A insuficiência renal crônica pode ter origem genética (hereditária) atingindo as seguintes raças: Basenji, Beagle, Bull Terrier, Cairn Terrier, Chow Chow, Cocker Spaniel, Dobermann Pinscher, Pastor Alemão, lhasa Apso, Shih Tzu, Maltes, Schnauzer, Norwegian Elkhound, Rottweiler, Samoieda, Shar Pei e Poodle.

Os sinais mais comuns dessa enfermidade são: polidipsia (aumento do consumo de água), poliúria (micção em excesso), apatia, perda de apetite e vômitos.  É importante que o tutor sempre ofereça água fresca ao Pet, para que ele se mantenha hidratado. Outros sintomas são letargia, anorexia, perda de peso, diarreia, úlcera gástrica e/ou intestinal, mau hálito, fraqueza e intolerância ao exercício, ou inabilidade de se exercitar normalmente sem se cansar. Se o Pet apresentar um quadro de hipertensão (pressão alta), essa doença ainda pode levar à cegueira.

A insuficiência renal crônica é provocada por um processo normal de envelhecimento, devido ao declínio do funcionamento renal ao longo dos anos. Ela também pode ser causada em função de outros problemas de saúde, como a doença periodontal, hipertensão arterial, diabetes e outras endocrinopatias, infecções, hematozoários, filariose etc.

Como essa doença é progressiva e irreversível, o prognóstico para os cães afetados não é bom. Embora o tratamento raramente melhore as funções renais do Pet, pode aliviar os sintomas e trazer um maior conforto para o animal. Atualmente, com os avanços da medicina veterinária no Brasil, existe a possibilidade de se utilizar a hemodiálise no Pet para controlar a uremia e ainda temos novos medicamentos e clínicas especializadas em nefrologia veterinária, para dar uma boa qualidade de vida para o cãozinho portador desse problema.

O Estima conta com especialistas na área e uma infraestrutura moderna, sempre pronta para realizar o diagnóstico e tratamento do seu melhor amigo. Para agendamento de consultas e outras informações, entre em contato conosco pelo (12) 3411-6460.

Fonte de informações: https://renalvet.webnode.com.br/nefrologia/croni-cao/

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Tratando problemas renais nos Pets

Tratando problemas renais nos Pets

Quando falamos de tratamento de problemas renais nos Pets precisamos, antes de tudo, entender que ele tem a função de retardar a evolução da doença, que, geralmente é rápida. Dessa forma, devemos ter em mente que não há uma cura total, mas seu bichano terá a chance de viver mais tempo e em melhores condições se você seguir todas as orientações do veterinário. O diagnóstico precoce é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida para o seu Pet.

O tratamento depende da causa da doença renal e da condição física do animal. Primeiramente, são necessárias algumas mudanças na alimentação do seu peludo. Já existe no mercado uma ração renal, própria os Pets que sofrem desse mal. Esse alimento ajuda a filtrar os nutrientes e as substâncias ruins do organismo e por isso é tão importante seguir à risca essa dieta especial.

Já os remédios são prescritos de acordo com cada caso, após uma avaliação completa do Pet feita pelo médico veterinário. Normalmente são receitados antibióticos, compostos vitamínicos e produtos que estimulam o apetite do seu patudo. Tudo de acordo com as necessidades e os sintomas que ele(a) apresenta.

Ainda há receitas caseiras especiais para essa situação, que o próprio tutor pode fazer. Mas lembre-se sempre de seguir as dicas do veterinário.

Para quem não é adepto de medicações, também existem algumas técnicas naturais, baseadas em florais e homeopatias. Mesmo assim, é preciso recomendação médica e prescrição.

Por fim, garanta o fácil acesso do seu Pet a água e ração fresca, um ambiente confortável e muito carinho para que ele se recupere bem.

O Estima Hospital Veterinário possui uma infraestrutura completa para dar o suporte necessário ao seu melhor amigo. Contamos com atendimento especializado em nefrologia e urologia veterinária, garantindo o diagnóstico e tratamento precisos para o seu Pet. Para informações sobre essa especialidade e agendamento de consultas, entre em contato conosco pelo (12) 3411-6460.

 

Fonte de informações: Canal do Pet – iG @ http://canaldopet.ig.com.br/cuidados/saude/2017-10-18/insuficiencia-renal-em-gatos.html

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Saúde Pet: Vermifugação

Saúde Pet: Vermifugação

Vermifugação é o ato de dar o remédio de verme para o seu Pet. Em filhotes, o vermífugo pode ser dado a partir dos 20 dias de nascido, e deve ser repetido uma vez por mês até os sete meses de idade, e, então, deve-se dar o reforço da dose a cada quatro meses. Isso porque, como uma criança, seu filhote é curioso e gosta de investigar o ambiente. Os pequenos Pets tem a mania de morder tudo o que encontram pela frente, como sandálias, gramas, sujeiras e ainda “brincam” com baratas e formigas. Tudo isso pode causar ingestão de ovos de vermes. Por isso a vermifugação é importante. A medicação e dosagem corretas do vermífugo são prescritas de acordo com a idade e o peso do Pet, por isso a consulta com o veterinário é fundamental para garantir que esse procedimento seja eficaz.

Quando adulto, seu cão ou gato também pode ter parasitas no intestino e contaminar outros animais e até mesmo as pessoas. Dessa forma, na fase adulta, seu Pet deve ser vermifugado de uma a duas vezes por ano, de acordo com a orientação do veterinário.

Saiba mais em: http://petcare.com.br/blog/por-que-vermifugar-o-seu-cao-ou-gato/

http://www.cachorrogato.com.br/gato/filhotes-gatos/

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Serviços Estima: Dermatologia

Serviços Estima: Dermatologia

Você sabia que o atendimento do Estima também abrange a especialidade em Dermatologia Veterinária? 😁😷🤩

Essa área é uma das especialidades em maior crescimento na medicina veterinária, pois as doenças da pele são cada vez mais comuns e responsáveis por grande parte da procura por veterinários em todo o mundo.👩‍⚕️👨‍⚕️

Os Pets podem desenvolver vários tipos de doenças dermatológicas, como por exemplo, dermatoses infecciosas, alérgicas, parasitárias, imunomediadas, endócrinas e carenciais, sendo que, doenças em outros órgãos e sistemas também podem ocasionar reflexos na pele. 😿

Nos últimos anos, houve grande avanço na dermatologia de cães e gatos, tanto em conhecimentos técnico-científicos, como também nos campos de diagnóstico e terapia.

Sintomas como coceira intensa, lambedura de patas, otites, falta ou queda de pelos, parasitas (pulgas, carrapatos, bernes), secreções e descamações podem indicar doenças de pele. 

O hospital Estima conta com uma equipe especializada pronta para proporcionar ao seu Pet o melhor atendimento e tratamento.

Ligue (12) 3411-6460 

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Saúde Pet: Diabetes nos gatos

Saúde Pet: Diabetes nos gatos

Você sabia que os gatinhos também podem desenvolver Diabetes? A Diabetes Mellitus nos gatos é uma síndrome que abrange uma série de doenças de causas diferentes e que se caracterizam pelo aumento da taxa de glicose no sangue (glicemia) decorrente da falta de insulina no organismo ou da sua incapacidade em exercer suas funções.

As principais causas para o surgimento da Diabetes nos gatos são a obesidade e a idade avançada. Estudos mostram que metade dos gatos com essa doença possuem mais de 10 anos de idade. Outros fatores como sexo (os machos são mais acometidos), raça (Sagrado da Birmânia, por exemplo) e algumas drogas, como os corticosteroides, também podem influenciar o desenvolvimento do problema.

O pâncreas, órgão que fica perto do intestino delgado e do estômago, produz uma série de substâncias vitais para o gato. Uma delas é a insulina, um hormônio que promove a entrada da glicose nas células do organismo do Pet. Se o pâncreas não produz insulina ou se o animal tem resistência insulínica, a glicose se acumula no sangue e na urina. Dessa forma, a Diabetes nos gatos se divide em duas grandes categorias:

– Diminuição da produção de insulina (antes conhecido como tipo I) – rara em gatos

– Resistência insulínica (antes conhecido como tipo II) – mais comum em gatos.

O excesso de glicose no sangue é chamado de hiperglicemia. Nesse quadro, o volume da urina aumenta e sua concentração diminui. Com isso o gato passa a urinar com mais frequência (poliúria) e se está perdendo líquidos, ele fica desidratado e com mais sede, aumentando a quantidade de água ingerida por dia (polidispsia). Além disso, ocorre perda de glicose pela urina, o que pode acarretar perda de peso e aumento do apetite (polifagia).

Alguns gatos também podem desenvolver alterações neurológicas por depósito de sorbitol (um produto gerado a partir da glicose) dentro dos nervos. Esses Pets passam a caminhar com os calcanhares totalmente apoiados no chão (andar plantígrado).

Os exames de sangue e urina são os principais métodos de diagnóstico da Diabetes e a principal forma de tratamento é a reposição de insulina por via injetável. Os gatos podem apresentar várias situações ao longo do tratamento, pois podem passar uma fase sem precisarem de insulina, depois podem voltar a tomar a medicação e podem, até mesmo, se curar da doença; o que não ocorre nos cães. Por isso o controle junto ao médico veterinário é importantíssimo.

A melhor forma de prevenir a Diabetes no seu gatinho é manter seu Pet dentro do peso ideal, com uma dieta balanceada, orientada pelo veterinário.