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Prevenção a Doença do carrapato

Prevenção a Doença do carrapato

doença do carrapato tem sintomas que são, frequentemente, confundidos pelo tutor, pois ele acredita que o peludinho está apenas tristonho ou depressivo. Entretanto, esse já pode ser um sinal de que o pet está doente.

Isso acontece porque a ehrlichia ataca os glóbulos brancos, e a babesia ataca os glóbulos vermelhos do sangue. Com isso, elas causam manifestações clínicas que começam bastante inespecíficas e são comuns à muitas doenças, como:

  • Prostração;
  • Febre;
  • Falta de apetite;
  • Pontos de sangramento na pele;
  • Quadros de anemia.

    Aos poucos, a falta de oxigênio e a própria ação dos parasitas vai comprometendo a função dos órgãos do animal, podendo levá-lo à morte. Portanto, é fundamental ficar sempre de olho nos sintomas da doença do carrapato.

Dignóstico de doença do carrapato:

A única maneira de saber se o peludo está doente é agendando uma consulta com o médico-veterinário para que ele seja examinado. Na clínica, o profissional vai perguntar sobre o histórico do peludinho e fazer um exame físico. 

Como evitar as doenças e os carrapatos:

A doença do carrapato é grave e pode até matar o pet, principalmente quando o tutor demora para levá-lo ao médico-veterinário.
Assim, usar produtos carrapaticidas na forma de comprimidos, coleiras, sprays ou pipetas é a maneira mais segura de prevenir a babesiose e a erliquiose canina. 

Entretanto, o tutor deve ficar atento ao tempo de ação de cada medicamento. Ainda assim, na volta do passeio, é importante checar as patas do cão, bem como regiões como orelhas, virilhas e axilas, para ter certeza de que nenhum carrapato se prendeu por ali.

 – Lembre-se de que a doença do carrapato pode ser transmitida por apenas uma única picada de um parasita infectado. Como nenhum produto para a prevenção é 100% eficaz, procure um médico-veterinário caso o seu pet esteja mais tristonho.

Muitas vezes é possível identificar a doença do carrapato em sintomas como a prostração, que parece algo insignificante, mas pode ser o primeiro sinal de um problema do tipo.

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Sorologia Antirrábica

Sorologia Antirrábica

Para levar nossos pets numa viagem internacional é preciso cumprir uma série de exigências, tanto por parte da companhia aérea que fará o transporte, bem como os requisitos que são exigidos para a autorização da entrada do cão no país escolhido. No Estima Hospital Veterinário, realizamos a coleta para sorologia antirrábica e encaminhamos a amostra para um Laboratório credenciado e de renome para executar o exame e liberar o certificado devidamente assinado e carimbado.
1) Microchip
– É obrigatória a implantação do Microchip para a identificação do animal.
– O microchip deve atender ao padrão ISO 11784 e ISO 11785.
– Anote o número do microchip (ou cole o ticket, a depender do local de implantação) na carteira de vacinação.
– Tenha em mãos o documento original da implantação do microchip.

2) Vacina antirrábica e carteira de vacinação
– A vacinação antirrábica deve ser aplicada após a implantação do microchip.
– Mantenha as demais vacinas de seu pet em dia e anote na carteirinha de vacinação.
– A data da aplicação da vacina antirrábica deve ser registrada na carteira de vacinação do pet, com a assinatura do responsável pela aplicação. O prazo de validade e lote da vacina também deve ser registrado.
ATENÇÃO: É obrigatória a implantação do microchip antes da vacinação antirrábica. Vacinação feita antes da microchipagem não tem validade. A microchipagem e a vacinação podem ser realizadas no mesmo dia, devendo-se primeiro ser efetuada a aplicação do microchip.

3) Sorologia Antirrábica:
– Deve ser realizada por pelo menos 30 dias após a data de vacinação e três meses antes da data da viagem. Este exame verifica se se a vacina antirrábica surtiu efeito e o organismo do animal produziu anticorpos contra a doença.
– Nessa fase é muito importante prestar atenção aos prazos, já que a sorologia só pode ser feita 30 dias após a aplicação da vacina, pelo menos. Em média, o tempo de espera pelo resultado pode ficar entre 15 e 45 dias.

4) Quarentena:
– É necessário que o pet fique em quarentena absoluta por 90 dias (três meses) entre a data da coleta do sangue e o embarque do animal.
ATENÇÃO: É importante que o animal não tenha contato com outros animais neste período.

5) Atestado de saúde:
– Alguns dias antes do embarque é necessário levar o cachorro ao veterinário (de preferência o qual solicitou a Sorologia antirrábica) para que ele seja examinado.
– Após a consulta, se tudo estiver bem, o veterinário deve emitir um Atestado de Saúde, atestando a saúde plena do animal.
– O atestado é válido apenas por 10 dias. Portanto, é preciso levar o cão ao veterinário somente nos dias anteriores ao embarque.
IMPORTANTE: Dependendo do país de destino, há um modelo de atestado a ser seguido.

6) Emitir o Certificado Veterinário Internacional (CVI
– Após receber o laudo da sorologia, o próximo passo é providenciar o Certificado Veterinário Internacional (CVI), que deve ser emitido pela VIGIAGRO e só tem validade de 10 dias. Por isso, deve comprar a passagem e a caixa transportadora antes de solicitá-lo.
– No dia marcado para o atendimento é preciso comparecer levando os documentos que comprovem a realização de todas as etapas anteriores: microchipagem, vacinação, sorologia, atestado de saúde, além da passagem aérea do animal e documentos de identificação do tutor.
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Alerta Pet (Jogos da Copa)

Alerta Pet (Jogos da Copa)

⚽️Os jogos da Copa estão chegando e junto com eles vêm também muita agitação, reuniões, festas e… Fogos de artifício. Infelizmente, o que pra nós costuma ser um momento de comemoração e divertimento, pode ser algo estressante para muitos pets que temem esse tipo de barulho alto.
⚠️Isso acontece porque faz parte do instinto dos animais interpretar os barulhos altos como perigo.
 🏆Então, toda vez que seu pet escuta o som de fogos, ele fica desesperado de verdade! É como se o corpo deles entrasse em situação de estresse, o que pode trazer riscos à saúde!
Aliás, alguns pets chegam até a passar mal ou se machucar na tentativa de fugir ou se esconder. A audição dos nossos peludos é quatro vezes melhor do que a nossa, portanto, o barulho dos rojões é muito mais alto para os eles.
⚽️Uma dica muito boa, é acostumar o pet com esses sons, para que quando chegue o momento da Copa, ele esteja mais calmo e confortável com esses barulhos.
“Mas como faço isso?” A estratégia é: usar sons de fogos encontrados na internet para ir dessensibilizando o animal aos poucos e, ao mesmo tempo, associar os barulhos com sensações gostosas, como comida, brincadeiras e carinho. E conforme for sentindo que ele está confortável, aos poucos vá aumentando o som.
⚽️Você pode também colocar tufos de algodão no ouvido ajuda a diminuir o som, porém é importante sempre pedir orientação do veterinário sobre a quantidade de algodão a ser colocada no canal auditivo para não ter problema nenhum.
🫶Deixá-lo onde ele se sinta mais seguro e ficar ao lado dele ajudará que ele se sinta seguro e confortável.💛💚

O Estima hospital veterinário tem profissionais capacitados para dar esse suporte ao seu Pet

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Picada de insetos em cães e gatos

Picada de insetos em cães e gatos

É comum, na rotina domiciliar, animais se sentirem incomodados com a presença de insetos, e por vezes, até chega a ser engraçado ver um canino ou felino tentando pegar uma formiga ou qualquer outro inseto. Porém, apesar de ser aparentemente inofensiva, a picada de insetos em cães e gatos (como vespas, abelhas, formigas) pode provocar reações alérgicas muito graves, podendo representar risco de vida para o animal caso o socorro não seja prestado a tempo em uma clínica ou hospital veterinário devidamente equipados. 

Sendo assim, o veneno inoculado pela picada de insetos em cães e gatos gera uma resposta no organismo do animal, sendo que a severidade das consequências disso vai depender, na maioria dos casos, da quantidade de picadas sofridas pelo pet. No entanto, alguns animais são mais sensíveis e, mesmo diante de poucas picadas, podem apresentar sintomas de reação alérgica grave, também conhecida como hipersensibilidade imediata ou anafilaxia.

Sendo excessiva a quantidade de picadas, elevam-se as chances de sinais graves como edema (inchaço) na face, dificuldade respiratória,  edema de estrutura envolvida na passagem de ar(que pode causar asfixia), aumento nos batimentos cardíacos, vômito, queda na pressão arterial, hepatite aguda, edema pulmonar, insuficiência renal, convulsão e síncope, podendo até levar o animal a uma morte súbita. 

Quando o acidente é referente a uma ou poucas picadas (considerando um animal que não tenha uma sensibilidade exacerbada), podem ser notadas alterações locais na região que sofreu a picada de inseto, sendo que coceiras, dor, vermelhidão e inchaço de vasos são os sinais mais comuns nesse tipo de ocasião.

é recomendado que o animal seja levado imediatamente para uma clínica ou hospital de confiança! permitindo que o médico veterinário avalie a necessidade de exames, administração de medicações ou oxigênio e a realização de procedimentos emergenciais que possam salvar a vida do cachorro ou gato envolvido no acidente. Por isso, ao notar que o seu pet foi picado por um inseto, podendo seguir duas dicas muito importante:

-Manter pescoço reto para facilitar entrada de oxigênio.
Manter a calma.

‼️O quadro pode evoluir rapidamente e, mesmo que não se saiba o que causou os sintomas, é recomendado um atendimento médico veterinário imediato para avaliação do quadro.‼️

O Estima hospital veterinário tem profissionais capacitados para dar esse suporte ao seu Pet!

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Tártaro em Cães e Gatos ( Guia de Cuidados)

Tártaro em Cães e Gatos ( Guia de Cuidados)

O tártaro é um problema que acomete a maioria dos pets. Além do aspecto sujo nos dentes e do mau hálito, essa doença ainda pode desencadear problemas cardíacos e renais, infecções generalizadas e diversos problemas bucais.
É por causa dele, que os médicos veterinários indicam a escovação dos dentes dos nossos animais de estimação.

🪥O que é o tártaro?
O tártaro, em cães, é o nome dado à placa bacteriana que cresce sobre os dentes dos animais. A placa de bactérias forma uma espécie de filme que reveste os dentes do cachorro e do gato.
Em estágios iniciais, ela apenas deixa o dente amarelado. Porém, com o passar do tempo, uma verdadeira placa sólida e escura é formada na boca do animal. O tártaro pode ficar tão grave, que dificulta a alimentação e causa muita dor.

Ele é causado pela placa bacteriana que, por sua vez, se desenvolve pelo acúmulo de restos de comida. O alimento mantém as bactérias vivas e se multiplicando. A causa do tártaro em cães é a falta da higienização adequada.

Muitos tutores não levam a sério a higiene bucal dos pets. Certamente, eles não sabem de todos os riscos que envolvem o tártaro em cães.
Um dos resultados do tártaro em cachorros é o recuo da gengiva. A diminuição da gengiva do cachorro e do gato é muito dolorosa podendo até expor as raízes dos dentes do seu pet, causando ainda mais sofrimento e deixando os dentes suscetíveis às cáries. Em alguns casos, as bactérias atacam os tecidos moles e podem causar infecções graves.

‼️A melhor forma de prevenir o tártaro em seu Pet é mantendo a rotina de escovação e evitar dar alimentos humanos para eles. ‼️

O Estima hospital veterinário tem profissionais capacitados para dar esse suporte ao seu Pet!
Agende agora mesmo uma avaliação GRATUITA para limpeza de tártaro do seu Pet.

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Crises Epilépticas (Convulsões)

Crises Epilépticas (Convulsões)

Crise epiléptica é um distúrbio neurológico comum e as crises podem ser focais ou de forma generalizada.
A primeira coisa que precisa ser estabelecida é se o que o cão ou gato apresentou foi realmente uma crise epiléptica, sendo que existem outras manifestações que podem parecer crises para os tutores, então é muito importante tentar entender o que realmente houve com esse paciente e pedir que os tutores filmem o ocorrido sempre que possível.

Após estabelecido que o animal teve uma crise epiléptica, o ideal é buscar o diagnóstico, sendo que crise epiléptica é um sintoma ou um sinal clínico e não o nome da doença. As crises podem acontecer por causas variadas.
Nos cães, para tentar identificar a causa das crises, precisamos avaliar a idade de início de crises, a raça e se existe alguma outra doença ou sintoma concomitante. E para nos ajudar a fechar o diagnóstico, muitas vezes precisamos de exame de imagem avançado, como a ressonância magnética e também a análise do liquor.

Com relação ao tratamento, o veterinário que trabalha com neurologia deve sempre seguir os consensos internacionais para tratamento de crise e utilizar apenas os antiepilépticos que temos evidências científicas devidamente comprovadas para uso
em animais. Nunca alterar ou interromper o tratamento sem prévia autorização do veterinário.

Uma coisa muito importante a se lembrar é nunca tentar colocar a mão dentro da boca animal durante uma crise, pois o risco de sofrer uma mordida é grande, já que esse animal muitas vezes pode não estar consciente e causar um grave acidente.
 Os animais não enrolam a língua quando tem a crise, o que o tutor precisa fazer é apenas proteger a cabeça desse animal. E por último, é muito importante levar o paciente para um veterinário especializado em neurologia, que fará todos os testes neurológicos e saberá como proceder diante de cada caso.

Dra Ana Laura Indiani .

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Jejum alimentar para exames de sangue do seu Pet

Jejum alimentar para exames de sangue do seu Pet

Nós sabemos o quanto desagradável pode ser ficar horas em jejum, e o mesmo vale para nossos pets. Porém, assim como na clínica humana, o jejum também é fundamental para a análise dos marcadores bioquímicos a serem avaliados para cada caso.

A Sociedade Brasileira de Patologia Clínicas (SBPC) recomenda o tempo mínimo de 8 horas em jejum para a maioria dos exames, podendo ser encurtado para até 4 horas dependendo do caso. Para exames hormonais, de glicemia, colesterol e triglicerídeos deve-se respeitar o tempo de 12 horas em jejum.

Este tempo se dá pois os valores de referência foram definidos com pacientes nesta condição, tendo vista que a alimentação altera a composição do sangue e também pela metodologia utilizada na realização do exame.

Logo, não esqueça do jejum do seu pet antes da coleta para o exame de sangue. Assim o resultado e diagnóstico serão o mais fidedigno possível!


Raissa Monteiro Da Silva .

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Pancreatite em Gatos

Pancreatite em Gatos

A pancreatite em gatos tende a ter um curso mais crônico e normalmente é secundária a inflamações intestinais e hepáticas/colangites, diferente dos cães que tende a ter uma causa primário.

As principais manifestações clínicas são vômito, diarreia, hipotexia/anorexia e sensibilidade abdominal (são manifestações que podemos relacionar com uma agudização de uma pancreatite crônica) , mas a maioria dos gatos podem não apresentar nenhuma manifestação clínica devido ao curso crônico da doença.

O diagnóstico se baseia no conjunto de manifestações clínicas, laboratoriais e de imagem, principalmente o ultrassom abdominal.

O tratamento é baseado na recuperação desse pâncreas seja num tratamento intensivo de internação ou em casa com
medicações de suporte.

Lembrando que os gatos normalmente costumam apresentar a tríade felina e não somente a pancreatite isolada.

Caso o seu pet apresente alguma manifestação clínica da pancreatite procure um atendimento veterinário ❤️

Dra Viviane Oliveira

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Quimioterapia em Cães e Gatos

Quimioterapia em Cães e Gatos



Você sabe para que serve a quimioterapia?
Esse é um tratamento que é indicado para os peludos que são diagnosticados com alguns tipos de câncer.

Quando a quimioterapia é indicada?
-Cada problema de saúde que o pet apresenta requer um tipo de cuidado. No caso do câncer, a quimioterapia pode ser uma das alternativas de tratamento.

A ideia é sempre melhorar a qualidade de vida e aumentar a sobrevida do animal. Muitas vezes ela é associada a procedimentos cirúrgicos!

Seja qual for a aplicação determinada pelo médico-veterinário, é importante entender que a quimioterapia em cães é um tratamento sistêmico. Além de poder impedir que o tumor cresça, ela muitas vezes consegue diminuir o tamanho do câncer ou até curá-lo.

Quimioterapia e cirurgia: como funciona?

É possível que o tratamento quimioterápico seja administrado junto a outros protocolos, entre eles o cirúrgico.
Quando essa é uma opção, o médico-veterinário pode sugerir a realização da quimioterapia antes ou depois da cirurgia. Quando realizada antes, ela ajuda a diminuir o tamanho do tumor, fazendo com que o procedimento cirúrgico possa ter mais sucesso.

Já no caso de a quimioterapia ser realizada após a retirada do tumor cirurgicamente, ela visa eliminar possíveis células tumorais que estejam no organismo do pet. Nesses casos, a intenção é fazer o possível para que o câncer não volte a aparecer.

Existem efeitos colaterais?
Em pessoas, é comum que elas fiquem enjoadas e até se sentindo fracas durante o tratamento. Da mesma forma, é possível que seu pet tenha algumas reações, como:
• Vômito;
• Enjoo;
• Diarreia,
• Queda de leucócitos (células de defesa).
Na quimioterapia em cachorro cai pelo?
Todo tutor costuma se preocupar também com a queda de pelos, já que em humanos é comum que isso aconteça com os cabelos. Embora seja possível que o pet perca pelos, esse é um raro efeito colateral na espécie canina.

🚨Por isso o checkup é muito importante para seu animalzinho!❤️

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Viajando com seu Pet

Viajando com seu Pet

A dica mais importante sobre viajar com Pet é que a experiência seja boa para todos, para O Pet e para todos os outros que viajam junto.Só leve seu animalzinho se você não se incomodar em fazer as adaptações necessárias para que ele também se divirta.

Isto pode significar, por exemplo, mudar o destino para um local pet friendly (que significa que aceita a presença de animais), abrir mão de visitar locais onde ele não entra ou demorar mais no trajeto na estrada.
Se para você isso não é um problema e a companhia do seu Pet é mais importante, vá em frente!
A primeira dica serve não apenas para quem vai viajar:

– Nunca deixe seu Pet sair de casa sem identificação. Se ele se perder, é o meio mais fácil para que você consiga que o devolvam para sua família. É sempre bom usar aquelas medalhinhas com o nome do cachorro e telefones.

– Antes de pegar a estrada, verifique se as vacinas e o antipulgas do seu animalzinho estão em dia. É importante para a saúde dele e também para a de todos os que irão conviver com seu ele.

-Você pode pedir ao veterinário para receitar um medicamento para enjoo, por exemplo, caso não saiba ainda se seu pet se sentirá mal no carro.
– Se você tem um filhote ou nunca viajou de carro com ele, comece com pequenas distâncias, como passeios na sua própria cidade, por exemplo, para ver como ele se sente e para que ele se acostume a ficar no carro.

Viajar de carro com um animal de estimação nos mostra que é preciso ter mais paciência para chegar ao destino final. É preciso programar paradas para que eles bebam água, façam xixi e estiquem as patinhas, O ideal é uma parada pelo menos a cada uma hora.